sábado, 23 de maio de 2015
AS PLACAS TECTÓNICAS NAS MANCHETES
FERREIRA FERNANDES Ferreira Fernandes
AS PLACAS TECTÓNICAS NAS MANCHETES
O terramoto no Nepal, o desabar do teto do mundo, se não estava escrito nas estrelas, estava nas placas tectónicas, quando o supercontinente Gondwana se fragmentou – reparem, nem invoco a era Paleozoica, fico-me pelo Mesozoico, só há 200 milhões de anos, quase ontem. Então, o Gondwana desfez-se como herança nas mãos dum estoura-vergas. A América do Sul disse ao nascer, como o bebé no poema de Almada Negreiros: «Mãe-África vou viajar.» A Austrália foi para a direita e a Índia acelerou rumo ao norte e espatifou-se sob os Himalaias, como um automóvel Tata nas traseiras dum camião. Ainda hoje, a cordilheira sobe um centímetro por ano por causa do choque. Outras vezes abana como nos disseram nesta semana os jornais.
Mas não são estes caminhos de continentes que trago aqui. Um dia, estava eu numa restinga da Vila Velha, a mais velha cidade do estado do Espírito Santo, Brasil. Andava pela praia na hora parda da manhãzinha, desenterrava conchas com o dedo grande do pé, se reconhecia uma, baixava-me e acariciava-a, e sonhei-me num algures previsível. Tanto, que me assustei quando do mar veio o primeiro raio do Sol. O nascer do Sol, no mar? Então, eu não estava na Samba, vindo da Praia do Bispo? Virei-me e acordei na Vila Velha, Brasil, não na minha Luanda, Angola. A mesma terra vermelha, a mesma vegetação de mangue, os mesmos caranguejos de praia… Há cem anos, no outono de 1915, o alemão Alfred Wegener também andou a descobrir identidades espantosas entre costas opostas e longínquas e inventou a teoria da deriva dos continentes.
Wegener vingou os miúdos mais vivos que, olhando o mapa do hemisfério sul, sabiam ver que a América do Sul e a África já se abraçaram. Wegener, meu herói, alimentador da minha megalomania infantil: um dia, o meu lago (Mindelo, na ponta do triângulo, Rio e Luanda, nas bases) será o maior dos oceanos, todo falado em português, assim a América do Sul continue a navegar a toda a brida para oeste… Em homenagem ao centenário das terras siamesas separadas, trago esta crónica sobre a coluna deste sonho.
É, esse mar tem uma coluna vertebral. Chama-se cadeia meso-oceânica e junta a planície abissal de Angola à planície abissal de Pernambuco (nem calculam como acho isto erótico). Escondidinha como tudo que é abissal mas com três ilhas vulcânicas que aparecem sobre a espuma do oceano a fazerem tagatés: de cima para baixo, Ascensão, Santa Helena e Tristão da Cunha. Repararam? De batismos portugueses. A ilha de Ascensão começou até por ter outro nome português, Conceição, dada pelo seu descobridor João da Nova, em 1501. Quatro anos mais tarde, Afonso de Albuquerque, de volta da Índia, rebatizou-a por lá ter passado no feriado santo da Ascensão. A ilha de Santa Helena também foi descoberta por João da Nova. E a ilha de Tristão da Cunha foi descoberta pelo próprio, quando ia para a Índia, em 1506.
Vão dizer-me, tudo acasos, toca e foge, batiza-se e deixa-se as ilhas na roda para que outros as criem. De facto, as três são territórios britânicos. Mas há pormenores que indiciam um destino (Pessoa explica esses mecanismos de Quinto Império). Seguem-se alguns indícios, de baixo para cima. Tristão da Cunha (297 habitantes) é o lugar mais remoto do mundo (o mais perto da ilha é Santa Helena, a 2000 quilómetros), e o seu descobridor foi quem levou a célebre embaixada portuguesa a Roma (1514), com um elefante. Para mostrar ao mundo como ele é diverso. Santa Helena (4255 habitantes) teve como seu primeiro habitante o soldado Fernão Lopes, que lá viveu mais de 20 anos (até 1545), na solidão – foi precursor de Robinson Crusoé. Para mostrar que o mundo é uma ilha. E Ascensão tem uma das quatro antenas centrais em terra do GPS. Para o mundo se encontrar. O Atlântico Sul é um mundo. Se um dia nos convencermos de que é o nosso mundo…
[Publicado originalmente na edição de 3 de maio de 2015]
transcrito de http://www.noticiasmagazine.pt/2015/as-placas-tectonicas-nas-manchetes/
terça-feira, 19 de maio de 2015
REUNIÃO DOS ENGARRAFADORES EM LINDÓIA
CONVOCAÇÃO REUNIÃO LINDÓIA
A Associação Brasileira da Indústria de Águas Minerais - ABINAM, vem através da presente, convocá-los para uma reunião, que realizar-se-á no dia 02 de junho de 2015 às 10:30 hs. , no Centro Educacional - Rua Cel. Estevam Franco de Godoy S/n. Lindóia /SP, para deliberações da seguinte Ordem do Dia:
- Marco Regulatório da Mineração. Atual situação;
- Medidas Judiciais e Extrajudiciais contra Água Adicionada de Sais;
- Redução do ICMS sobre águas minerais nos Estados: Ações e Compromissos Assumidos;
- Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS, Acordo Setorial – Andamento dos Trabalhos da Coalização Empresarial: Adesões/Investimentos;
- Bases Regionais/Estaduais da ABINAM;
Contando com sua valiosa presença, solicitando confirmação de através do nosso telefone (11) 3167 2008, ou através do e-mail silvia@abinam.com.br.
Atenciosamente
Carlos Alberto Lancia
REUNIÃO DO RIO DE JANEIRO
FOI REALIZADA NO RIO DE JANEIRO REUNIÃO DOS ENVASADORES (DIA 12/05). OS ASSUNTOS DA PAUTA FORAM OS MESMOS QUE SERÃO ABORDADOS NA PRÓXIMA REUNIAO EM LINDÓIA.
AS EMPRESAS DO RIO DE JANEIRO ESTÃO AGUARDANDO O RECEBIMENTO DA ATA DA REUNIÃO.
sábado, 16 de maio de 2015
QUIMICA DA ÁGUA MINERAL
Classificação da água mineral quanto à sua composição química
(Extraído do site do CPRM)
CLASSIFICAÇÃO
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CARACTERIZAÇÃO
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OLIGOMINERAL
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Quando apresentarem apenas uma ação medicamentosa.
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Quando tiverem radioatividade permanente.
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ALCALINA BICARBONATADA
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bicarbonato de sódio = ou > 200mg/L
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ALCALINO TERROSAS
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carbonato de cálcio = ou > 120mg/L
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ALCALINO TERROSAS CÁLCICAS
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cálcio = ou > 48mg/L sob a forma de bicarbonato de cálcio
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ALCALINO TERROSAS MAGNESIANAS
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magnésio = ou > 30mg/L sob a forma de bicarbonato de magnésio
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SULFATADAS
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SO4= = ou > 100 mg/L
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SULFUROSAS
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sulfeto = ou > 1mg/L
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NITRATADAS
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NO3= (de origem mineral) = ou > 100 mg/L
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CLORETADAS
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cloreto de sódio = ou > 500mg/L
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FERRUGINOSAS
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ferro = ou > 5mg/L
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Que tiverem radônio em dissolução.
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FRACAMENTE RADIOATIVAS
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Teor de radônio mínimo entre 5 e 10 unidades Mache por litro, a 20°C e 760 mm de Hg de pressão.
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RADIOATIVAS
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Teor de radônio entre 10 e 50 unidades Mache por litro, a 20°C e 760 mm de Hg de pressão.
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FORTEMENTE RADIOATIVAS
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Teor de radônio acima de 50 unidades Mache por litro, a 20°C e 760 mm de Hg de pressão.
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Que possuírem teor em torônio em dissolução equivalente em unidades eletrostáticas, a 2 unidades Mache por litro, no mínimo.
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CARBOGASOSAS
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gás carbônico livre dissolvido = ou > 200mg/L
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ELEMENTO PREDOMINANTE
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(> 0,01mg/L): iodadas, arseníadas, litinadas etc.
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Quadro 3 – Classificação das fontes de água mineral
CLASSIFICAÇÃO
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CARACTERIZAÇÃO
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Quanto aos Gases:
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FONTES RADIOATIVAS
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FRACAMENTE RADIOATIVAS
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As que apresentarem, no mínimo, uma vazão gasosa de 1 litro por minuto com um teor em radônio compreendido entre 5 e 10 unidades Mache, por litro de gás espontâneo, a 20°C e 760 mm de Hg de pressão.
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RADIOATIVAS
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As que apresentarem, no mínimo, uma vazão gasosa de 1 litro por minuto com um teor em radônio compreendido entre 10 e 50 unidades Mache, por litro de gás espontâneo, a 20°C e 760 mm de Hg de pressão.
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FORTEMENTE RADIOATIVAS
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As que apresentarem, no mínimo, uma vazão gasosa de 1 litro por minuto com um teor em radônio superior a 50 unidades Mache, por litro de gás espontâneo, a 20°C e 760 mm de Hg de pressão.
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FONTES TORIATIVAS
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As que apresentarem, no mínimo, uma vazão gasosa de 1 litro por minuto, com um teor em torônio na emergência equivalente em unidades eletrostáticas a 2 unidades Mache por litro.
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FONTES SULFUROSAS
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As que possuírem na emergência desprendimentos definidos de gás sulfídrico.
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Quanto à Temperatura:
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FONTES FRIAS
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Quando sua temperatura for inferior a 25°C.
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FONTES HIPOTERMAIS
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Quando sua temperatura estiver compreendida entre 25° e 33°C.
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FONTES MESOTERMAIS
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Quando sua temperatura estiver compreendida entre 33° e 36°C.
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FONTES ISOTERMAIS
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Quando sua temperatura estiver compreendida entre 36° e 38°C.
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FONTES HIPERTERMAIS
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Quando sua temperatura for superior a 38°C.
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1) Radíferas: quando contém sal de Rádio dissolvido (Ra 226), atribuindo radioatividade permanente. O LAMIN não mede devido a implicações técnicas.
2) Thoriativas: presença de Thorônio (Radônio 220). O LAMIN não mede devido a implicações técnicas.
QUAL O EFEITO DAS EXPLOSÕES?
Violentas explosões causam danos irreparáveis ao meio ambiente, aos recursos hídricos e outros, inclusive à audição do ser humano.
Por outro lado, também podem prejudicar tubulações de adução de gás e de combustíveis situados próximo às instalações que provocam essas detonações.
Penso que isso é intuitivo e que todos, mesmo os leigos, percebem perfeitamente.
A um quilômetro, a terra treme mesmo, não adiantando a lógica alegada por alguns que as mesmas são inócuas e que nessa distância as ondas de choque já se dissiparam e que não representam perigo.
Na verdade, não é bem assim, pois consta em literatura que detonações de pedreiras podem atingir a distancia de 5 km!
O "furacão" da detonação levanta poeira e aumenta os decibéis de ruídos!
De acordo com tais e quais premissas, quando os danos acima referidos são constatados, caberá ao autor ou responsáveis pelas já faladas explosões, ressarcir os prejudicados.
Embora pedreiras tenham plano de fogo, pode acontecer que hajam excessos, extrapolando, assim, as consequências dos resultados ou efeitos explosivos.
Vidros quebrados, azulejos rachados e coisas que tais são comuns nas proximidades de pedreiras.
Nas proximidades de fontes de água mineral, explosões, mesmo as autorizadas, podem causar danos e contrariam as normas relativas às áreas de proteção de fontes de águas minerais naturais e de águas potáveis de mesa.
E o pior disso tudo é que sempre prevalece o poder econômico, sobrepondo-se, portanto, aos pequenos e médios, já assoberbados por todo tipo de tributação e de sacanagem burocrática.
Por outro lado, também podem prejudicar tubulações de adução de gás e de combustíveis situados próximo às instalações que provocam essas detonações.
Penso que isso é intuitivo e que todos, mesmo os leigos, percebem perfeitamente.
A um quilômetro, a terra treme mesmo, não adiantando a lógica alegada por alguns que as mesmas são inócuas e que nessa distância as ondas de choque já se dissiparam e que não representam perigo.
Na verdade, não é bem assim, pois consta em literatura que detonações de pedreiras podem atingir a distancia de 5 km!
O "furacão" da detonação levanta poeira e aumenta os decibéis de ruídos!
De acordo com tais e quais premissas, quando os danos acima referidos são constatados, caberá ao autor ou responsáveis pelas já faladas explosões, ressarcir os prejudicados.
Embora pedreiras tenham plano de fogo, pode acontecer que hajam excessos, extrapolando, assim, as consequências dos resultados ou efeitos explosivos.
Vidros quebrados, azulejos rachados e coisas que tais são comuns nas proximidades de pedreiras.
Nas proximidades de fontes de água mineral, explosões, mesmo as autorizadas, podem causar danos e contrariam as normas relativas às áreas de proteção de fontes de águas minerais naturais e de águas potáveis de mesa.
E o pior disso tudo é que sempre prevalece o poder econômico, sobrepondo-se, portanto, aos pequenos e médios, já assoberbados por todo tipo de tributação e de sacanagem burocrática.
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Conselho Regional de Química CRQ3 < comunicacao@crq3.org.br > Cancelar inscrição 12:17 (há 19 minutos) Responder para mim . 14 ...
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